quinta-feira, 17 de julho de 2014

O Hipotireoidismo.

Olá, td bem com vocês? Hoje vou falar sobre um assunto que muitas pessoas tem lá sua dúvidas e que sofro que é o Hipotireoidismo. Eu estava muito inchada, desanimada só queria saber de dormir, logo fiquei desconfiada e fui ao médico e como já imaginava eu já estava com essa doença que pode ser facilmente controlada. Graças a Deus! Depois que comecei com o tratamento os sintomas melhoraram bastante. 
Chega de falar e vamos lá ao que interessa! 

A glândula tireóide

A tireóide é uma glândula que fica no pescoço, logo abaixo daquela saliência popularmente conhecida como “pomo-de-adão”.
A tireóide produz dois hormônios muito importantes para o organismo: o T3 e o T4. Esses hormônios controlam o funcionamento de diversos órgãos e, por isso, interferem diretamente em processos como crescimento, ciclo menstrual, fertilidade, sono, raciocínio, memória, temperatura do corpo, batimentos cardíacos. Eliminação de líquidos, funcionamento intestinal, força muscular e controle do peso corporal.
Hipotiroidismo
Eventualmente, a tireóide pode sofrer problemas que a fazem produzir hormônios em excesso (hipertireoidismo) ou em quantidade insuficiente (hipotireoidismo). Esses problemas são facilmente reconhecidos, porque o hipertiroidismo acelera todas as funções do corpo, enquanto o hipotireoidismo, ao contrário, deixa tudo mais lento.
Dados mundiais indicam que o hipotireoidismo atinge 11% da população, sendo 80% mulheres a partir dos 35 anos. No entanto, muitos casos ficam sem diagnóstico, porque os sintomas nem sempre são reconhecidos. Sem o tratamento adequado, as doenças da tireóide afetam o coração, os ossos, alteram as gorduras no sangue e causam muitos danos.

Hipotireoidismo: quais são os sintomas?

• Cansaço, apatia e desânimo.
• Hipersensibilidade ao frio.
• Falha na memória.
• Sono excessivo.
• Pele seca e queda de cabelos.
• Intestino preso.
• Perda de apetite.
• Ganho de peso e retenção de líquidos.
• Aumento do colesterol.
• Tornozelo inchado e dores musculares.
• Unhas quebradiças.
• Períodos menstruais irregulares.
• Diminuição do desejo sexual.

Quem tem mais chance de sofrer de hipotireoidismo?

A doença afeta pessoas de ambos os sexos e de todas as idades. Entretanto, certos grupos são mais vulneráveis:
• Mulheres, especialmente acima dos 40 anos, em período pós-parto.
• Pacientes em radioterapia de cabeça e pescoço.
• Pessoas que já tiveram problemas de tireóide.
• Usuários de lítio ou amiodarona.
• Homens acima dos 65 anos.
• Pessoas com histórico familiar de diabetes.
• Portadores de Tireóide de Hashimoto ou Lúpus.

Quais as complicações que o hipotireoidismo pode trazer?

Quando o hipotireoidismo não é diagnosticado a tempo, ou quando não é tratado adequadamente, pode levar a sérias complicações. Outros órgãos são afetados, levando aos seguintes quadros:
• Insuficiência cardíaca.
• Dislipidemia.
• Coronariopatia.
• Hipertensão arterial.
• Glaucoma.
• Anemias.
• Disfunções respiratórias.
• Retardo mental.
• Surdez e deficiência no crescimento em recém-nascidos com hipotireoidismo.
• Desordens gastrointestinais, neurológicas, endócrinas, metabólicas e renais.

Como é feito o diagnóstico?

As disfunções tireoidianas podem ser diagnosticadas com um simples exame de sangue para dosar o TSH (hormônio estimulante da tireóide). Quando o médico achar necessário, ele pode pedir também a dosagem da quantidade de hormônio tireoidiano no sangue (T3 ou T4).
Alguns recém-nascidos apresentam disfunções ou ausência da glândula: o diagnóstico é feito pelo exame de rotina conhecido como “teste do pezinho”.
Essas crianças devem começar o tratamento imediatamente após o diagnóstico. O final deste texto apresenta um autoexame muito fácil de ser realizado por qualquer pessoa.
Ao notar qualquer sintoma, procure seu médico imediatamente.

O tratamento é difícil?

Ao contrário: para tratar o hipotireoidismo, basta tomar um medicamento contendo o hormônio que a glândula (tireóide) não produz adequadamente. No Brasil já existem comprimidos com as doses necessárias para o portador de hipotireoidismo.
O sucesso do tratamento vai depender muito de cada paciente. Tomando o comprimido de levotiroxina diariamente e no horário certo, você vai se sentir melhor e os sintomas do hipotireoidismo diminuirão de forma lenta e gradual.

Modo de uso

Os comprimidos de levotiroxina sódica devem ser ingeridos com estômago vazio (1 hora antes ou 2 após o café da manhã, ou 1 hora antes ou 2 horas após qualquer alimentação).
Respeitar o intervalo de 4 horas entre o uso de levotiroxina sódica e substâncias como antiácidos, estatinas, sulfato ferroso, colestiramina, omeprazol, e carbonato de cálcio.
O comprimido de levotiroxina sódica deve ser guardado dentro de sua embalagem original em local fresco e arejado (temperatura ambiente).

Não interrompa o tratamento nem troque de medicação sem o conhecimento de seu médico.

Autoexame

Este é um exame simples, mas muito eficiente para detectar o hipotireoidismo. Você vai precisar de um copo de água e um espelho. Siga os procedimentos descritos abaixo.
1- Olhe-se no espelho de frente e localize a região logo abaixo daquela saliência na garganta, popularmente conhecida como “pomo-de-adão”. Sua glândula tireóide está situada ai.
2- Incline a cabeça para trás, de forma a expor essa região do pescoço.
3- Beba um pouco de água.
4- Quando você engolir a água, a tireóide vai subir e descer. Observe esse movimento e tente perceber alguma saliência ou inchaço na glândula.
5- Repita o teste se você tiver alguma dúvida.
6- Procure seu médico se você notar qualquer alteração na tireóide.

Espero que o post seja útil e se você desconfia que sofre com a Hipo procure um médico.

Não tome remédio por conta própria!!

Obrigada a todos que visitam  meu blog! Vou fazer uma enquete para vocês votarem nas matérias e vou fazer um mega post sobre a matéria escolhida.
Bjos.